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Motion Graphics Ilustração

História do Motion Graphics

O Motion Graphics é uma ramificação do design gráfico, a qual sofreu influência do cinema e do design em sua criação. Essa vertente se utiliza de grafismos, formas, linhas, cores e textos para dar movimento na tela e no tempo do vídeo, em espaços de tempo diferentes chamados de keyframes (em português, quadro-chave).

Também chamado de videografismo ou simplesmente de Motion, o Motion Graphics é hoje uma das maiores tendências quando o assunto é a produção de inúmeras peças publicitárias e da área audiovisual. 

E tudo isso não é por menos: esse método se solidificou como um elemento extremamente eficaz na transmissão de mensagens ao público, independente se o vídeo é institucional ou faz parte de um longa-metragem.

Motion Graphics: o início de uma era

É impossível falar desse conceito sem mencionar a figura de Georges Méliès, um parisiense que, junto do nascimento do cinema, lá no final do século XIX, inovou ao inserir peças em movimento ao longo de suas produções. Assim, as quebras de cenas feitas por ele fizeram com que mais profissionais investissem em introduzir agilidade em seus filmes. 

Dessa forma, recursos como textos, objetos e gráficos deram o ar da graça nas produções da época. Mal sabiam eles que ali era o início de uma nova era no mercado audiovisual, principalmente numa época em que as ferramentas de trabalho eram escassas e sem muita ajuda da tecnologia.

Outros nomes de peso

Depois do pontapé inicial de George Méliès, outras duas figuras ganharam destaque na produção do Motion Graphics: Saul Bass e Norman McLaren. O primeiro desenvolveu peças até então bem modernas para a época vigente, como a sequência abaixo: 

Já McLaren foi bastante promissor (inclusive muitos o têm como o maior criador de animações artísticas de toda a história), pois o mesmo criava suas próprias técnicas, realizando movimentos direto na película dos filmes. Uma de suas produções de destaque é “A Phantasy in Colors”:

O Motion e a televisão: uma parceria que deu certo

Pegando o exemplo da TV brasileira, temos excelentes mostras do surgimento desse artifício no nosso país, através das vinhetas da extinta MTV Brasil e também, em grande parte, das aberturas dos programas da Rede Globo, produzidas pelo designer Hans Donner. Apesar de hoje essas aberturas parecerem bem antiquadas, aquelas produções indicavam uma era de inovação no mercado televisivo brasileiro.

Motion na música na internet: dois gigantes

Se a TV, por si, já representava uma grande modernidade alcançada pelos efeitos da era motion, a música e a internet foram agraciadas pela corrente desse movimento.

Falando em música, temos diversos exemplos, desde os clipes da banda Kraftwerk (de 1970) até videoclipes mais atuais, como os da Anitta e Duda Beat. Com tantas redes sociais, é visível que essas produções bombem na web, com um número gigante de views e compartilhamentos. 

Juntando-se a isso, temos a imensa utilização do Motion Graphics nas vinhetas de abertura e no decorrer dos vídeos de alguns canais do Youtube

Por tudo que vimos, o Motion Graphics realmente é uma técnica do mercado multimídia muito rica e que chama a atenção por sua forma inteligente e estratégica de entreter/informar o usuário sobre um determinado tema ou história. Assim, com o uso desse recurso, produtoras de vídeo, como a Sobrado TV, conseguem entregar resultados cada vez mais modernos e de acordo com as necessidades do cliente.